A Cozinha do Manduzanzan
 
 

Com o toque de tempero caseiro, o cardápio é especialmente preparado em fogão caipira para que a lembrança do sabor da casa de mãe esteja sempre presente.

O cuidado com a qualidade garante que a comida seja saudável e leve.

Carnes como peixe, frango, gado, porco são servidas em duas opções para que o hospede prove da maior variedade possível.

As saladas bem elaboradas, sempre decoradas, são compostas por verduras e folhas frescas (sem agrotóxicos) e acompanhas de deliciosos molhos.

Doces típicos da região proporcionam uma saborosa sobremesa tornando sua experiência gastronômica em momentos inesquecíveis.

 
 

Restaurante do Manduzanzan

 

Fogão Caipira

 
  Cardápios:
 
 

Almoço - Buffet
Um Buffet variado preparado com pratos quentes deliciosamente preparados no fogão caipira e saladas saudáveis riquíssimas em carinho e amor.


 

Jantar - A la carte
Pratos especialmente selecionados para agradar aos mais variados gostos:

  • Filé ao Molho Mostarda com alcaparras, acompanhado de arroz ou espaguete ao alho e oleo. Uma Delícia!

  • Risoto de Fung Sec com filé ao molho Provance. Outra Delícia!

  • Arroz a Maria Izabel acompanha quiabo frito, espaguete ao alho e óleo, omelete e salada. Este é para não esquecer!

  • Massas: Espaguete ao alho e óleo OU Espaguete a Bolonheza OU Lazanha a Bolonheza OU Pene a Gorgonzola. Hummmm

  • Sopa

  • Lanche

  •  
      Sucos Exclusivos do Cerrado
     
     

  • Cajazinho
    O Cajazinho é um primo do tradicional Caja Manga. Contudo o cajazinho é mais azedo e menos doce.
    Vale a pena conferir este sabor delicioso do Cerrado.
    Disponível de Novembro a Abril no ManduZanzan.

  •  

  • Cajuzinho do Mato
    O Cajuzinho do Mato é mais azedo e adstringente que o Cajú convencional.
    seu sabor único, torna este suco um dos mais exóticos existentes no serrado
    Disponível de Setembro a Janeiro no MAnduZanzan.

  •   Delícias da Cozinha do Manduzanzan
     
     

  • Lazanha de Beringela

    Lasanha de Berinjela

    Ingredientes:

  • 8 Berinjelas médias
  • 1 copo (250ml) de molho vermelho de tomate bem grosso
  • 1 copo (250ml) de queijo minas (meia-cura) ralado em tiras
  • Azeite Virgem
  • Oregano
  • Adicione um toque de Carinho

    Modo de Preparo:

  • Coloque oregano a gosto no queijo
  • Corte a Berinjela em fatias finas longitudinais
  • Grelhar a Berinjela em fatias em pouco azeite somente até dourar na frigideira
  • Em uma forma refratária (pirex), intercale camadas de Berinjela, molho e queijo nesta sequência (queijo sempre por último).
  • Repita a sequência (Berinjela, molho e queijo) até completar a forma.
  • Leve ao forno médio (150 graus) envolto em papel alumínio (toda a forma) por 45 minutos
  • Antes de servir, leve ao forno por 5 minutos sem o papel alumínio e com nova camada fina de queijo com oregano.

  •  

  • Bolinho (doce) de Arroz para lanche

    Ingredientes:

  • 1 Kg de Fubá de Arroz
  • 2 copos (250ml) de farinha de trigo
  • 2 copos (250ml) de queijo ralado
  • 2 copos (250ml) de óleo
  • 3 copos (250ml) de açucar cristal
  • 4 ovos inteiros
  • Leite Fervido
  • 2 colheres de sobremesa (cheias) de fermento (pó Royal)
  • Adicione um toque de Carinho

    Modo de Preparo:

  • Misture os ingredientes na ordem sequencial apresentada: Fubá, Farinha, Queijo, Óleo, Açucar, Ovos
  • Moviemnte a massa e adicione o leite aos poucos até chegar no ponto de massa de bolo
  • Por último adicione o fermento em pó e mexa um pouco
  • Coloque em forminhas e ponha para assar (forno médio - 150 graus) até corar (mesmo ponto de bolo)

    A massa pode durar até uma semana. Neste caso, sempre que for assar, acrescente uma colher de chá de fermento.

  •   Curiosidades do Cerrado
     
     

  • Pequi, a atração do Cerrado

    O Pequi, árvore da família das cariocáceas (Caryocar brasiliense Camb) é o símbolo máximo da goianidade, embora seja encontrada também nos Estados de Rondônia (ao leste), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (no nordeste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste) e Distrito de Federal.
    Embora seja encontrado em todos esses lugares, é apenas em Goiás que existem todas as espécies, as quais frutificam, no seu conjunto, de setembro a fevereiro. Dada a sua extrema importância para a grande maioria dos goianos, ele é conservado tanto em essência quanto em conserva.


    Flor do Pequi

    Sua história de amor com a culinária goiana começou a séculos, nas antigas Vila Boa (Cidade de Goiás) e vila de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), ainda no início do século XVIII.
    Entretanto, no rico sul goiano, mais especificamente na região que cerca a cidade industrial de Catalão, era este utilizado tão somente para a fabricação do lendário Sabão de Pequi, de reconhecidas propriedades terapêuticas, uma vez que a região era influenciada pelos triangulinos - povo de origem paulista-goiana cujo território foi anexado por Minas Gerais no século XIX, e que luta desde então pela sua independência deste Estado.

    Árvore do Pequi

    Atualmente é a fruta utilizada das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes das mais variadas, no leite, e na forma de um dos mais afamados liquores de Goiás, ao lado do saborosíssimo liquor de Jenipapo; seu grande atrativo, além do sabor, são os cristais que forma na garrafa, que dizem, são afrodisíacos.
    Altamente calórico, além do sabor perfumado e único que faz com que seja usado como ingrediente e condimento no preparo de vários pratos, a polpa do pequi contém uma boa quantidade de óleo comestível (cerca de 60%) e é rico em vitamina A e proteínas Assim, transforma-se, também, em importante elemento na complementação alimentar e na nutrição de toda uma população
    Comer pequi além de saudável e agradável, é uma ciência, quase uma arte: a polpa macia e saborosa deve ser comida com cuidado, uma vez que esta cobre uma camada e terríveis espinhos, que, se mordidos fincam-se sem piedade na língua e no céu da boca, provocando dores irritantes e levando o infeliz ao hospital. O sabor vale porém, o risco; além disso, com o tempo, qualquer um domina a técnica.


    O fruto Pequi


    Alguma dicas de como se comer o pequi:
  • Ele deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres.
  • Ele deve ser levado a boca para então ser "raspado " cuidadosamente com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada. Não vá além disto, pois o dentro do caroço encontram-se espinhos.
  • Nunca jogue os caroços no chão: eles secam rápido e os espinhos podem se soltar. A propósito, a castanha dentro do caroço é uma delícia; para comê-la, basta deixar os caroços secarem por uns dois dias e depois torrá-los.
  • Importantíssimo: jamais, sob quaisquer circunstâncias morda o caroço.
  •  
             
     
     
     
    Estrada na saída da Igreja de Santa Barbara, Km 7- Cidade de Goiás - GO - Brasil - Tel. (62) 9982-3373 e 9291-1333